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André Fernandes foi um dos presentes mais procurado por apoiadores. Foto: Blog do Edison Silva

Uma das principais dificuldades da bancada de oposição para o ano de 2026 será construir uma unidade em torno dos desejos de todos os seus membros. O presidente do PL do Ceará, o deputado federal André Fernandes afirmou que, apesar das divergências, as convergências entre o grupo são maiores.

No entanto, além das presenças no encontro com Ciro Gomes (PSDB), na quarta-feira (22), também chamou a atenção algumas ausências, como a do senador Eduardo Girão (NOVO-CE) e da vereadora Priscila Costa (PL), nome defendido pela ex-primeira-dama para o Senado no Ceará.

Girão já se posicionou contra a aproximação entre conservadores bolsonaristas e o grupo de Ciro Gomes. Priscila Costa também compartilha do mesmo entendimento de Girão e não compareceu ao ato de filiação.

A relação entre ela e André Fernandes também não está lá entre as melhores, já que o líder partidário se sentiu escanteado após a vereadora ter costurado pré-candidatura ao Senado sem dialogar com ele. O deputado federal defende o nome do pai, Alcides Fernandes, para disputar a vaga.

No entanto, quando questionado sobre a pré-candidatura de Costa, o dirigente confirma, garante que ela está mantida e que, atualmente, o PL tem dois nomes ao Senado.

“Espero que a oposição esteja unida em 2026. Vamos lutar pra isso acontecer. Temos divergências em alguns pontos e vamos conversar para mais convergir do que divergir”, defendeu.

Segundo ele, somente com união da oposição vai ser possível atingir o objetivo do grupo, que é “resgatar o Ceará”. Esse “resgate”, segundo ele, passa pela derrota do Partido dos Trabalhadores no Estado.

“Já temos pré-candidaturas postas, e vamos discutir para realizar isso. Vamos deixar as divergências de lado. A candidatura da Priscila está valendo, sim. São duas pré-candidaturas colocadas hoje”, informou André Fernandes.