Crítico do Governo Lula, Girão também defende o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Foto: Agência Senado

Aliado de grupos bolsonaristas, o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) afirmou que é necessário uma mobilização de ruas para forçar o Congresso Nacional a atender pautas de interesse desse setor político brasileiro, como a chamada anistia para os golpistas do 8 de Janeiro de 2023. De acordo com o parlamentar, a população terá que escolher de que lado estará a partir do dia 3 de agosto.

Os bolsonaristas estão realizando chamamento para que as pessoas vão às ruas no próximo domingo, 3 de agosto, para se mobilizarem contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o presidente Lula. Eduardo Girão tem se somado a esse grupo, inclusive, fazendo convocação para protestos na praça Portugal, em Fortaleza, a partir das 15 horas.

“Em Fortaleza será às 15 horas do próximo domingo, dia 3 de agosto, na Praça Portugal. Sim, por que estamos diante de uma encruzilhada e todo cidadão brasileiro terá que escolher. Quem ficar omisso, já tem lado: é censura e opressão para as futuras gerações”, disse.

“Para quem não entendeu o que está em jogo com esse governo ideológico, eis aqui um depoimento emocionado e pedagógico de alguém que conheceu todas as fases da ditadura cubana, onde o povo sofre há mais de 60 anos com a brutalidade de um regime cruel sem eleições e sem liberdade”, afirmou o parlamentar ao compartilhar vídeo de militante cubana que é contrária ao regime instalado na ilha.

Congresso Nacional

Segundo Girão, a experiência de Cuba serve de “um forte alerta para a gravidade do regime ditatorial”, que segundo ele é formado pelo presidente Lula e alguns ministros do Supremo Tribunal Federal. “Aqui ainda há tempo”, destacou.

No entanto, ele defendeu que não se pode esperar até as eleições de 2026, porque em sua avaliação pode ser tarde demais. “A responsabilidade histórica está nas mãos do Congresso Nacional. mas para ele agir, o grito precisa ecoar agora das ruas. Que a verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação”, defendeu Eduardo Girão.