
Presidente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo, no plenário da Alece. Foto: Ascom/Apeoc.
O Sindicato dos Servidores Públicos lotados nas Secretarias de Educação e de Cultura do Estado e nas Secretarias ou Departamentos de Educação e/ou Cultura dos Municípios do Ceará – APEOC – publicou nota chamando de “reajuste fake” os 5,62% aprovados na quarta-feira (20), na revisão geral da remuneração dos servidores públicos e militares, pela Assembleia Legislativa do Ceará.
“Estado de greve continua. Governador, a culpa é sua. Reajuste fake, não!”, diz a publicação da Apeoc. E continua: “A toque de caixa, o Governo Elmano de Freitas aprovou, sem diálogo com a categoria, um reajuste a partir de julho, sem retroativo, e sem pagar as dívidas que tem com o Magistério estadual”.
O Sindicato ressalta que “nossa negociação não é no varejo, e sim no atacado”. A categoria vem em processo de campanha salarial ampla que revindica promoção, o fim da taxação das aposentadorias, a valorização dos profissionais não docentes, a ampliação definitiva de carga horária, a equiparação do salário dos professores terceirizados aos vencimentos do início da carreira dos professores efetivos, entre outras.
Trator
“Estivemos na Assembleia Legislativa, cobramos dos parlamentares apoio às nossas reivindicações, porém, como um grande trator, o Palácio da Abolição passou por cima de tudo e aprovou o Projeto de Lei. Por isso, continuamos em Estado de Greve, rumo à assembleia do dia 26/03, terça-feira, às 9h, e continuaremos no lema: “se a negociação não avançar, a educação vai parar!”, diz a nota da Apeoc que é presidida pelo professor Anízio Melo.
Com informações do site da Apeoc.