Aras quer jurisprudência do TSE valendo em novas eleições
O partido Solidariedade sustenta que, ao permitir convenções partidárias presididas por pessoas com direitos políticos suspensos, o TSE promoveu uma “viragem jurisprudencial”.
O partido Solidariedade sustenta que, ao permitir convenções partidárias presididas por pessoas com direitos políticos suspensos, o TSE promoveu uma “viragem jurisprudencial”.
O parlamentar disse que o remédio para esta situação é admitir um dos vários pedidos de impeachment contra ministros de tribunais superiores, que estão pendentes no Senado.
Luis Felipe Salomão ingressou no TSE como ministro substituto em 24 de outubro de 2017. Com o fim do biênio como membro titular do TSE, nesta sexta-feira (29), a composição da Corte Eleitoral mudará.
Ao proclamar o resultado, o ministro Luís Roberto Barroso destacou que a maioria expressiva do Tribunal entendeu que ocorreram condutas ilícitas relacionadas a disparos em massa e à difusão de desinformação contra os adversários, mas não houve comprovação suficiente de ligação dessas irregularidades.
A fixação dessas teses “é importante legado que ratifica o papel da Justiça Eleitoral para a manutenção do regime democrático, propicia que os mais de 150 milhões de eleitores brasileiros compareçam com tranquilidade às urnas e contribui para a realização de eleições transparentes, justas e seguras”.
O Tribunal Regional Eleitoral paranaense (TRE-PR) julgou improcedente a ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que recorreu ao TSE e reverteu o resultado.
Na abertura da sessão desta quinta-feira (28), Barroso destacou a importância do trabalho daqueles que são responsáveis por promover a democracia em todo o Brasil.
Está prevalecendo o voto do relator, ministro Luís Felipe Salomão. Ele reconheceu que houve uso da ferramenta para "minar indevidamente candidaturas adversárias", mas afirmou que faltam provas sobre o alcance dos disparos e a repercussão perante os eleitores.
Atual corregedor-geral, Ministro Luis Felipe Salomão encerra biênio como integrante efetivo da Corte na sexta-feira (29).
O Plano estabelece como valores do TSE a transparência, a simplicidade, a coerência, a preocupação com o bem-estar das pessoas, a melhoria contínua, as alianças institucionais estratégicas e a conectividade digital.