O governador Elmano parece estrar fazendo reunião para marcar reunião, com as mesmas pessoas

O governador Elmano de Freitas, embora muito tardiamente, acena com uma providência, que gera sensação de alívio aos cearenses: pedir ao Governo Federal a liberação da Força Nacional, para ajudar o Estado a enfrentar o domínio das facções criminosos, que intranquilizam aa todos nós. Essa providência, pedir ajuda federal, deveria ter ocorrido logo no início do seu Governo, já que a promessa de campanha era enfrentar, com todas as forças a bandidagem no Estado. Hoje, é tarde de mais, mas mesmo assim será importante.

A cada dia que passa, mais fincado nos rincões cearense fica o domínio do crime organizado, tornando, impotente, a segurança do próprio Estado. Aliás, o antecessor de Elmano, é quem deveria, no seu Governo, ter pedido a ajuda federal. Ele, Camilo, mais preocupado em vender uma imagem falsa da sua gestão, na questão da Segurança, procurou foi facilitar a vida dos poucos marginais que foram levados aos presídios cearenses.

Eles, de facções diferentes, se matavam dentro dos presídios. O Governo, para mostrar calmaria nos presídios, separou-os. Os marginais firam em paz nos presídios.  Eles conviviam só com os seu comparsas de grupo, e a sociedade se exasperando. Que o Estado tem obrigação de cuidar da segurança dos presos, é verdade. Mas, também é dever dos governantes, envidarem todos os esforços para que a população possa ter o seu direito de ir e vir, sem temer pela vida.

O governador Elmano, nos últimos dias, tem feito pronunciamentos de enfrentamento aos marginais, bem assimilados pela população. Mas só os discursos não são suficientes. O Governo precisa apresentar resultados. Elmano pode até diminuir as infindáveis reuniões que geram notícias para melhorar a sua imagem. Não precisa de tantas reuniões com as mesmas pessoas.

Elmano precisa saber qual é o sentimento da tropa. Ele, se recebe informações dos seus comandados, que não sejam de descontentamento, está sendo enganado. Um bom número de policiais está de “braços cruzados”, um número expressivo de militares, dizem alguns, estão licenciados, graciosamente, e a maioria dos policiais, me disse alguém com conhecimento da caserna, está na Polícia, or não ter encontrado um outro emprego. Falta vocação para o mister, e não há, na corporação, quem os estimule a ser policial.