Líder do governo abre diálogo para discutir projetos que concedem benefícios emergenciais no Ceará - Blog Edison Silva

Líder do governo abre diálogo para discutir projetos que concedem benefícios emergenciais no Ceará

Deputado Júlio César Filho é o líder do governador Camilo Santana na Assembleia Legislativa. Foto: ALECE.

Diante da tramitação de duas mensagens na Assembleia Legislativa do Ceará, sugerindo a criação emergencial de um programa Renda Básica Cidadã, o líder do governo na Casa, deputado Júlio César Filho (Cidadania), explicou que, apesar de ser a União quem tem mais condições de garantir um auxílio nesses moldes, há espaço para que o assunto seja discutido no âmbito estadual.

“Sem dúvida, quem tem mais condições, por toda a estrutura de arrecadação que nós temos na Federação brasileira, é a União de arcar com qualquer tipo de projetos de transferência de renda, principalmente para auxiliar de forma emergencial aqueles que são mais prejudicados com a pandemia. No entanto, principalmente com o exemplo das matérias que já foram aprovadas e estão tramitando na Casa, é possível sim a gente abrir o diálogo e discutir, mas com muita responsabilidade com as finanças estaduais, até porque não sabemos como irá se comportar a economia, e as projeções são as piores possíveis”, afirmou Julinho.

O parlamentar destaca que, mesmo com a crise financeira gerada pela pandemia, o Estado do Ceará mantém a sua saúde financeira, ‘devido a um trabalho contínuo de vários anos anteriores’.

Ele lembra ainda que o Governo do Estado vem aprovando diversos benefícios aos cearenses desde o início da pandemia, como o Cartão Mas Infância, além de benefícios ao setor de eventos, recentemente anunciados, entre eles um auxílio à categoria no valor de R$ 1.000.

As mensagens que tratam do assunto são de autoria do deputado Acrísio Sena (PT), co-partidário e de próxima relação com o governador Camilo Santana (PT), e do parlamentar de oposição Renato Roseno (PSOL).

Acrísio propõe que a renda básica tenha os valores definidos pelo Poder Executivo, não devendo, porém, ser inferior a R$ 130 por pessoa.

Para Roseno, a ideia seria um benefício mensal no valor de R$ 350, a ser pago prioritariamente à famílias chefiadas por mulheres com filhos até seis anos e beneficiárias do Programa Bolsa Família.

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