Deputado propõe inclusão na grade curricular disciplina de prevenção ao uso de álcool e drogas - Blog Edison Silva

Deputado propõe inclusão na grade curricular disciplina de prevenção ao uso de álcool e drogas

Deputado Marcos Sobreira é o autor da proposição. Foto: Marcelo Bloc/Blog do Edison Silva.

O deputado estadual Marcos Sobreira (PDT) é o autor do projeto de lei 242/20, que tramita na Assembleia Legislativa do Ceará e determina a inclusão da disciplina “Habilidades de Vida” como conteúdo na grade curricular do Ensino Médio das escolas da rede pública mantida pelo Governo do Estado.

Segundo o projeto, a disciplina deverá abordar um conteúdo programático voltado a minimizar os fatores de risco e promover os fatores de proteção, em especial em relação ao uso de drogas.

Sobreira explicou que a disciplina entrará na grade curricular, com o objetivo de conscientizar e, cada vez mais, tirar os jovens do mundo das drogas.

“São campanhas de prevenção ao uso abusivo de drogas e álcool. Então é uma medida para que a gente possa mostrar para a juventude cearense o malefício que as drogas trazem, mostrar o cronograma da vida de um dependente químico e mostrar onde tudo começa o ciclo da droga, para que o jovem, cada vez mais, evite o consumo, principalmente do álcool, que é a porta de entrada para o consumo de outras drogas”, informou o parlamentar ao Blog do Edison Silva.

O parlamentar explicou ainda que a escola é um ambiente que exerce grande influência no desenvolvimento do adolescente, nos aspectos cognitivo, social e emocional e pode realizar esse modelo por meio de estratégias metodológicas empregadas por meio de oficinas e discussão em grupos.

“Para tal ferramenta, os facilitadores da escola que irão conduzir esse processo, deverão ser treinadas por profissionais com expertise na área contribuindo com atitudes saudáveis dos jovens, minimizando os fatores de risco e promovendo os fatores de proteção, em especial em relação ao uso de drogas”, concluiu.

O projeto já recebeu parecer favorável da Procuradoria da Casa e aguarda aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação para, então, poder ir à votação em plenário.

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