Artistas participam da programação do Dia Nacional da Adoção - Blog Edison Silva

Artistas participam da programação do Dia Nacional da Adoção

Imagem: Marcus Póvoa/CNJ.

Adotar uma criança ou adolescente é uma demonstração de amor incondicional. E, para celebrar o Dia Nacional da Adoção nesta segunda-feira (25), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promove o twittaço #AdotarÉAmor.

A ação começa às 15h e vai contar com colaboração de todos os tribunais e de muitas personalidades brasileiras, trazendo para as redes sociais a importância do processo de adoção e dos benefícios para toda a sociedade.

Já confirmaram participação a ativista cearense Maria da Penha, a cantora Elza Soares e o cantor Léo Jaime, os apresentadores Otaviano Costa e Titi Müller, os atores e atrizes Erom Cordeiro, Leandra Leal, Fernanda Paes Leme e Miá Mello, a jornalista Rachel Sherazade e a influenciadora digital Denise Tremura. Os perfis dos órgãos do Judiciário e de instituição da sociedade civil também vão compor essa importante iniciativa.

Dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) apontam que existem 33.840 crianças e adolescentes acolhidos no país. Destes, 5.059 estão aptos à adoção, sendo que 2.726 estão já com processo iniciado.

Live

Também nesta  segunda-feira (25), a partir das 12h30, o Judiciário vai realizar uma série de lives no Instagram, falando de importantes questões do processo de adoção no Brasil. A abertura é no perfil do CNJ (@cnj_oficial) sobre o SNA.

Ao final da transmissão, será feito o convite para que o público continue acompanhando a conversa no próximo perfil. Na programação, temas como a Entrega Legal, Adoção tardia, Família Acolhedora, Varas de Adoção, Pretendentes e Acolhimento, com palestrantes de tribunais de quase todo o país.

Dia Nacional da Adoção

A data foi comemorada pela primeira vez, em 1996, no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção. Mas foi apenas em 2002, por meio da Lei 10.447, que ela foi instituída e a sua mensagem passou a ganhar a devida importância.

Fonte: site do CNJ.

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