Militares da reserva têm até 2 de março para se inscrever no programa das escolas cívico-militares - Blog Edison Silva

Militares da reserva têm até 2 de março para se inscrever no programa das escolas cívico-militares

Escola Militar. Foto: Agência Brasil.

Foram prorrogadas as inscrições para o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim). Os militares da reserva das Forças Armadas que tiverem interesse em participar do programa têm agora até o dia 2 de março para realizar a inscrição.

Os militares contratados vão atuar nas escolas durante um período de 10 anos. A contratação será feita das respectivas Forças Armadas. Além disso, os estados e municípios também poderão destinar policiais e bombeiros para auxiliar na administração das escolas.

A proposta do Governo Federal é implantar 216 Escolas Cívico-Militares em todo o País, até o ano de 2023. O modelo adotado visa melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas e baseia-se no alto nível dos colégios militares do Exército, das Polícias e dos Corpos de Bombeiros.

O objetivo do Pecim é melhorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas seguindo o modelo das Escolas Cívico-Militares (ECIM). O programa é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa.

A atuação dos militares da reserva será em auxílio à infraestrutura escolar, à zeladoria do patrimônio e à assessoria em aperfeiçoamento de processos. Cada graduação militar recebe um tipo de função dentro das atividades na escola.

Os suboficiais, subtenentes e sargentos vão contribuir para melhorar o ambiente educativo, reduzir a violência na escola, aumentar o nível de satisfação dos alunos, reduzir o índice de faltas e desenvolver valores e atitudes. Os oficiais intermediários e subalternos devem exercer atividades como zelar pela disciplina escolar, orientar as ações dos monitores e manter a direção escolar informada sobre a situação disciplinar dos alunos. Já os oficiais superiores vão colaborar com apoio pedagógico, supervisão escolar e com as atividades da Seção Psicopedagógica.

A participação dos militares da reserva não interfere no desenvolvimento do trabalho educacional dentro da sala de aula realizado pelos professores, como esclarece o assessor da Secretaria de Pessoal e Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, coronel da Força Aérea Júlio Cezar Pontes. “Não vai haver substituição de nenhum profissional de educação, quer seja diretor quer seja professor. Os militares entrarão com uma equipe complementar, uma equipe de consultoria, para auxiliar nas áreas de gestão educacional, gestão psicopedagógica e administrativa”, detalhou o coronel.

Fonte: site Gov.br.

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