Partido de Bolsonaro poderá iniciar atividades no Ceará com ao menos três parlamentares - Blog Edison Silva

Partido de Bolsonaro poderá iniciar atividades no Ceará com ao menos três parlamentares

Deputados André Fernandes e Delegado Cavalcante já confirmaram ingresso na futura sigla. Foto: Divulgação.

O Aliança pelo Brasil, partido idealizado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, poderá iniciar suas atividades no Ceará com ao menos três parlamentares. A ideia dos defensores da agremiação é que este número possa aumentar até a eventual oficialização da legenda pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os deputados estaduais Delegado Cavalcante e André Fernandes (ambos do PSL) devem seguir para a sigla de direita, inclusive, estão realizando campanha para que o partido se fortaleça no Ceará. No dia 4 de janeiro, os parlamentares vão participar do I Encontro Cearense de apoiadores do Aliança pelo Brasil. Karina Kufa, advogada e tesoureira do partido, deverá estar presente no evento.

Além dos dois deputados, a vereadora de Fortaleza, Priscila Costa, atualmente no PRTB, também tem interesse em seguir para o partido. Ela, inclusive, participou de evento nacional de lançamento, que contou com a presença de Jair Bolsonaro. A parlamentar tem total interesse em ingressar nos quadros do novo grêmio, que muitos têm defendido ser a verdadeira sigla de direita no Brasil.

Há duas semanas, o Aliança pelo Brasil enviou à presidente do TSE, ministra Rosa Weber, documento solicitando que o Tribunal reconheça a fundação do partido político e disponibilize acesso ao sistema de gerenciamento de apoiamentos.

No mesmo documento, o Aliança pelo Brasil informou que iniciará a coleta dos apoiamentos necessários ao registro nos próximos dias e requereu acesso à base atualizada dos eleitores, com nome, título eleitoral e eventual filiação partidária.

Eleições 2020

O partido já conseguiu coletar 82.839 assinaturas no período de 5 dias. A meta para a sigla é alcançar 492.015 inscrições, quantidade necessária para criação de partido, até o final de janeiro de 2020, quando o judiciário retorna do recesso.

Para que o partido possa ter condições de concorrer nas eleições de 2020, o processo deve ser aprovado até o início de abril, 6 meses antes do pleito de outubro.

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