Representação na Mesa Diretora é vista como incentivo para outras mulheres ingressarem na política - Blog Edison Silva

Representação na Mesa Diretora é vista como incentivo para outras mulheres ingressarem na política

Participação feminina na Assembleia é defendida por Patrícia Aguiar. Foto: Assembleia Legislativa.

A deputada estadual Patrícia Aguiar (PSD) destacou a importância da presença da bancada feminina da Assembleia Legislativa na composição da Mesa Diretora da Casa, eleita em primeiro de fevereiro. A parlamentar ocupa a terceira secretaria no colegiado e a deputada estadual Aderlânia Noronha (SD) está na segunda secretaria.

Durante o anúncio da composição da Mesa, o então candidato a presidente da Assembleia, José Sarto (PDT), destacou que “qualquer que seja a missão que nos for confiada nessa Casa, nós vamos procurar dar o nosso melhor”, ressaltando a participação das deputadas na chapa.

“A participação na Mesa legitima essa igualdade de gênero de a gente representar aqui mais da metade da população do Estado do Ceará. E foi uma atitude muito sábia do novo presidente José Sarto e de todos os deputados estaduais ao escolher, a mim e a deputada Aderlânia, para que a gente possa também na Mesa externar e repassar esse sentimento da maioria das mulheres do Estado do Ceara”. Para Patrícia Aguiar, a participação das mulheres na política ainda é “diminuto” e a participação na Mesa é um incentivo para outras mulheres ingressarem na política. “Eu creio que no dia que houver um equilíbrio na participação de homens e mulheres, teremos um país e um estado mais justos, pois teremos visões diferentes sobre os assuntos”.

Nas últimas três Mesas Diretoras eleitas, para os biênios 2013/2014, 2015/2016 e 2017/2018, apenas a deputada Augusta Brito (PCdoB) participou da composição da Mesa e somente no biênio 2017/2018. Para o biênio 2019/2020, duas parlamentares estão na composição, representando um terço das deputadas eleitas na Casa. Além de Aderlânia e Patrícia, completam a bancada feminina na Assembleia as deputadas Érika Amorim (PSD), Fernanda Pessoa (PSDB), Drª Silvana (PR) e Augusta Brito. Hoje, por lei, os partidos são obrigados a ter 30% de candidatas femininas em cada eleição. No Congresso Nacional, há projetos que defendem “cotas” para mulheres no Congresso.

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