Castanha de caju mantém destaque na pauta de exportação cearense - Blog Edison Silva

Castanha de caju mantém destaque na pauta de exportação cearense

A castanha de caju mantém sua importância no comércio exterior cearense durante os anos e, no ano de 2018 foi o terceiro da pauta de exportação. As informações são do estudo Ceará em Comex voltado ao segmento de castanha de caju, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), divulgados nesta terça-feira (29).

Com US$ 94,1 milhões exportados no ano de 2018, o Ceará lidera os estados brasileiros no ranking de envios de castanha de caju ao exterior. O valor em exportações cresceu 2,8% em relação a 2017. As importações totalizam US$ 9,1 milhões, sendo também o maior valor do país. Os resultados propiciam um saldo comercial positivo de US$ 85,1 milhões, que cresceu 34,5% em relação ao período anterior. O Ceará é ainda o quarto estado brasileiro em exportações de subprodutos da castanha, com US$ 1,9 milhão. Ainda quanto aos derivados do fruto, as importações cearenses somam US$ 61,9 mil, enquanto o saldo comercial totaliza US$ 1,93 milhões, tendo crescido 1% em relação a 2017.

Os mercados consumidores preferem a castanha já descascada, tendo a mesma mais de 90% de representatividade no total de castanhas exportado, com US$ 94,1 milhões. Já entre os derivados os envios concentram-se em torno do LCC (líquido da castanha de caju). O líquido extraído, que representa quase totalidade das vendas cearenses dos derivados, somou US$ 1,98 milhões no ano de 2018. Tanto as castanhas como seus subprodutos têm os Estados Unidos como maior destino. O mercado americano, sozinho, consumiu mais da metade do total exportado de castanhas pelo Ceará (US$ 50,1 milhões), liderando também o consumo de subprodutos da castanha entre os destinos cearenses, com US$ 806,1 mil. As importações cearenses no setor priorizaram as castanhas com casca, com US$ 8,8 milhões, vindas da Costa do Marfim em sua totalidade. O único derivado importado foi o LCC, que totalizou US$ 61,9 mil. O líquido é originário, sobretudo, da Índia, que aumentou seu fornecimento ao Ceará em 15,2%, totalizando US$ 57 mil.

Foto e Fonte: FIEC

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